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Nicholas Christakis – Como Amoebas Formam Redes Sociais

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http://bigthink.com/ideas/40703

“NICHOLAS CHRISTAKIS, Professor de Sociologia Médica, Medicina e Sociologia na Universidade de Harvard

“Acontece que nós não somos a única espécie que nos reunimos em redes”, diz o físico e sociólogo Nicholas Christakis na sua palestra da Floating University , “Se Você é Tão Livre, Então Porque é Que Segue Os Outros?”Considere o micetozoário, por exemplo. Quando colocadas num labirinto com comida no fim dele, amoebas individuais conectam-se para criar uma espécie de “superorganismo” capaz de realizar façanhas que nenhum organismo singular seria capaz de realizar por conta própria.

Um micologista, Toshi Nagagaki , descobriu que o caminho tomado pelo labirinto por este “superorganismo” foi mais eficiente que o caminho proposto pelos seus alunos licenciados.

“Se você colocar flocos de aveia na entrada ou na saída deste labirinto este organismo simples mudará a sua forma e conectar-se-á às duas fontes de comida ao descobrir a solução de duração mínima de percurso entre os dois pontos”, diz Christakis. “Obviamente, se você perguntar:” Pode este fungo amebóide solucionar um labirinto? ” a resposta é não, mas a habilidade de solucionar labirintos vem como resultado das interacções. “

Qual é o Significado?

Christakis descreve uma experiência conduzida pelo seu colega, Mark Fricker, onde o fungo fungo amebóide foi colocado num mapa da Inglaterra, com “uns poucos flocos de aveia em cada cidade.” O fungo foi capaz de criar um caminho ideal pelo país, que “na realidade imitou e [foi] em muitos aspectos melhor” que a rede ferroviária concebida pelos humanos. Mas e então, além do bom design, qual é o sentido de uma vida conectada?

Durante grande parte do século 20, cientistas sociais presumiram que a competição e conflitos eram a ordem natural das coisas, tão entranhados como a necessidade de alimentos e abrigo.O mundo seria um lugar melhor se pudéssemos ser todos um pouco mais como John Wayne, assim pensámos.

Agora, os investigadores estão a começar a ver trabalho de equipa como biologicamente imperativo, presente até nas mais básicas formas de vida na Terra. E não se trata apenas de justiça, ou os fortes a levantarem os fracos. Resolução colectiva de problemas é simplesmente mais eficiente que o áspero individualismo.

Nas palavras de Christakis ‘:

Redes sociais são um recurso que todos nós podemos usar.Elas são uma espécie de capital social.Quando pensam em capital, a maioria das pessoas pensa em dinheiro, mas realmente capital é qualquer estoque de recursos que possa ser colocado para uso produtivo.Em prol de criar capital você tem de investir habilidade e esforço.Você tem de saber algo e fazer algo e você tem de trabalhar sobre o mundo e o transmutar.Você tem de mudar o mundo.”

Nicholas Christakis – Se Você É Tão Livre Então Porque Segue Os Outros?

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Influência do Meio Sobre o Homem Moderno #5

http://www.floatinguniversity.com/lectures-christakis

“NICHOLAS CHRISTAKIS, Professor de Sociologia Médica, Medicina e Sociologia na Universidade de Harvard

Se você pensa que está completamente em controlo do seu destino ou até das suas próprias acções, está enganado. Cada escolha que faz, cada comportamento que você exibe e até cada desejo que você tem encontra as suas raízes no universo social. Na sua palestra “Se Você é Tão Livre, Porque Segue Os Outros? A Sociologia e Ciência Por Trás das Redes Sociais,” Nicholas Christakis explica porque acções indivíduais estão inextricavelmente ligadas a pressões sociológicas. Quer esteja a absorver altruísmo realizado por alguém que você nunca encontrou ou decidir saltar da Ponte Golden Gate, fenómenos colectivos afectam cada aspecto da sua vida.

A sociologia explora duas grandes ideias: Factores supra-individuais, como raça, geografia e genética e fenómenos colectivos, qualidades retratadas por grupos de pessoas que não estão presentes no indivíduo. Então como podem estes conceitos nos contar como uma acção individual tal como o suicidio se relaciona às funções sociais? A constância dos fenómenos vão surpreendê-loa. Igualmente surpreendente é a noção que a obesidade se espalha como uma doença pelas redes sociais. Professor Christakis mostra-nos que quando você ganha peso os que estão ao seu redor têm mais probabilidade de ganhar peso e os que estão ao seu redor, etc, todo o caminho pela vasta rede social da qual você faz parte, quer o saiba quer não. Esta é a ciência de compreender o capital social. O que flui entre as pessoas e como as mudanças nas ligações sociais criam novas qualidades num grupo? No fim da palestra Christakis revelou uma maneira assustadoramente nova de compreender o mundo que classifica a sociologia como uma das ciênciais sociais mais vitalmente importantes.”

TEDTalks: Nicholas Christakis – A influência oculta das redes sociais

http://www.ted.com 

Todas as TedTalks são distribuídas com a seguinte licença CreativeCommons http://bit.ly/9kP45T

«Estamos todos inseridos em vastas redes sociais de amigos, família, colegas de trabalho e outras. Nicholas Christakis monitora como uma ampla variedade de características — de felicidade à obesidade — pode se difundir de pessoa a pessoa, demonstrando como sua localização na rede pode impactar sua vida, de maneiras que você nem saiba.»

Rir é Contagioso – A Epidemia do Riso

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Influência do Meio Sobre o Homem Moderno #7

http://connectedthebook.com/

“A nossa própria investigação demonstrou que a expansão da influência das redes sociais obedece ao que nós chamamos A Regra de Três Graus de Influência. Tudo o que fazemos ou dizemos tende a ondular através da nossa rede, tendo um impacto sobre nossos amigos (um grau), amigos dos nossos amigos (dois graus), e até mesmo os amigos dos amigos dos nossos amigos (três graus). (…)

Da mesma forma, somos influenciados por amigos dentro de três graus.” 

“À medida que estudámos as redes sociais mais profundamente, começámos a pensar nelas como uma espécie de superorganismo humano. Elas crescem e evoluem. Todos os tipos de coisas fluem e se movimentam dentro delas. Este superorganismo tem a sua própria estrutura e função e tornámo-nos obcecados em compreender ambos.

“Ver-nos a nós próprios como uma parte de um superorganismo permite-nos compreender as nossas acções, escolhas, e experiências numa nova luz. Se somos afectados pelo nosso embutir nas redes sociais e influenciados pelos outros que estão próxima ou distantemente ligados a nós, perdemos necessariamente algum poder sobre as nossas próprias decisões. Tal uma perda de controlo pode provocar especialmente fortes reacções quando as pessoas descobrem que os seus vizinhos ou até estranhos podem influenciar comportamentos e resultados que têm contornos morais e repercurssões sociais. Mas o lado inverso desta realização é que as pessoas se podem transcender a si mesmas e as suas próprias limitações. Neste livro, discutimos que a nossa interligação não é apenas uma parte necessária das nossas vidas mas também uma força para o bem. Tal como os cérebros podem fazer coisas que nenhum neurónio singular pode fazer, assim também as redes sociais podem fazer coisas que nenhuma pessoa única consegue fazer.”

“Durante décadas, até séculos, sérias preocupações humanas, tais como se uma pessoa viverá ou morrerá, será rica ou pobre, ou agirá justa ou injustamente, foram reduzidas a um debate sobre responsabilidade individual versus colectiva. Cientistas, filosofos e outros que estudam a sociedade dividiram-se geralmente em dois campos: os que pensam que os individuos controlam os seus destinos, e os que acreditam que as forças sociais (variando de uma falta de boa educação publica à presença de um governo corrupto) são responsáveis pelo que nos acontece.

“Contudo, pensamos que um terceiro factor está a faltar neste debate. Dada a nossa investigação e as nossas próprias diversas experiências na vida, de encontrarmos as nossas esposas a nos encontrarmos uns aos outros, de cuidar de doentes terminais a construir latrinas em aldeias pobres, acreditamos que as nossas ligações às outras pessoas são o mais importante, e que ao ligar o estudo dos individuos ao estudo dos grupos, a ciência das redes sociais pode explicar imenso sobre a experiência humana. Este livro foca-se sobre os nossos laços aos outros e como eles afectam emoções, sexo, saúde, política, dinheiro, evolução e tecnologia. Mas acima de tudo é sobre o que nos faz singularmente humanos. Para saber quem somos, devemos compreender como estamos conectados. “
— Nicholas A. Christakis e Prof. James Fowler, Conectados: O Surpreendente Poder das Nossas Redes Sociais e Como Elas Moldam as Nossas Vidas – Como os Amigos dos Amigos dos Amigos dos Seus Amigos Afectam Tudo o Que Você Sente, Pensa e Faz

Como os Amigos dos Amigos dos Seus Amigos o Influenciam

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Influência do Meio Sobre o Homem Moderno #8

http://connectedthebook.com/

“À medida que estudámos as redes sociais mais profundamente, começámos a pensar nelas como uma espécie de superorganismo humano. Elas crescem e evoluem. Todos os tipos de coisas fluem e se movimentam dentro delas. Este superorganismo tem a sua própria estrutura e função e tornámo-nos obcecados em compreender ambos.”
— Nicholas A. Christakis e Prof. James Fowler, 

Conectados: O Surpreendente Poder das Nossas Redes Sociais e Como Elas Moldam as Nossas Vidas – Como os Amigos dos Amigos dos Amigos dos Seus Amigos Afectam Tudo o Que Você Sente, Pensa e Faz

Now You Can Understand Why Connecting To Other People Is Great, Thanks To This Shouting Sociologist