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#tecnologia #educacao #mundo Internet — o Motor da Mudança

Internetthe Engine of ChangeDurante anos, fomos passivos, observando e escutando o que quer que tenha sido transmitido e lendo o que quer que tenha sido escrito nos jornais e revistas. E, de modo geral, fomos incapazes de afetar o mundo ao nosso redor. Então veio a World Wide Web e mudou o nosso mundo. A Internet revolucionou todos as medias quando introduziu a interatividade.

A Internet criou a plataforma ideal para conectar a humanidade inteira numa única rede. O número de usuários da Internet pelo mundo inteiro já está nos bilhões. É apenas uma questão de tempo antes da Internet se tornar mais onipresente que a TV. Como muitos acontecimentos globais recentemente demonstraram, a Internet tornou-se um potente ator na sociedade, capaz de instigar, se não iniciar revoluções.

Hoje, a massa de usuários de Internet pode fazer quase tudo, de causar a ascenção e queda de estrelas pop, à ascensão e queda de déspotas. Graças à Internet, processos sociais e culturais tais como a recente revolução no mundo Árabe são acelerados e vastamente tornados públicos. A Internet permite-nos iniciar uma campanha global de abraços, vingar empresas fraudulentas, promover filmes anti-sistema, e facilitar a eleição popular de novos presidentes.

Com um mero clique de mouse, podemos estar em qualquer lugar no mundo e comunicar com praticamente qualquer pessoa no globo.

O Futuro Está Aqui

Certamente, a World Wide Web tornou-se um instrumento que permite a promoção de idéias, uma arena aberta para discussão, e um lugar que pode motivar as pessoas para a ação. Devido a tudo isto, a Internet pode servir como uma infra-estrutura comum que facilita a nossa emersão da crise multidimensional que estamos agora experimentando. Ao contrário das crises anteriores, esta crise vem juntamente com uma rede de comunicações vastamente desenvolvida, que penetra quase toda a casa que tem energia, e na qual bilhões de mensagens de comunicação são trocadas diariamente.

Logo, precisamente devido à crise e as transformações tomando lugar na era da comunicação de hoje, a Internet evoluiu para ser um sistema chave onde entramos e manobramos pelo nosso novo mundo.Podemos usar a web para nutrir ideias que conectam pessoas, para trabalhar em fortalecer os nossos laços, para partilhar informação, e para criar sistemas de apoio virtuais.

O único obstáculo impedindo a humanidade de alcançar esta tão necessária consideração dos outros e da Natureza é o nosso separatismo. Presentemente, estamos tentando resolver a crise lidando com os sintomas em vez de lidar com a causa. Estamos a exercer gigantescas quantidades de energia tentando fazer coisas como eliminar a pobreza, promover direitos humanos e democracia, prevenir o colapso ecológico do planeta, prevenir a exploração, e lutar com a corrupção. Embora todas estas sejam causas dignas, não solucionaremos qualquer uma delas antes de solucionarmos o assunto raiz do egocentrismo humano que as causa.

Poderíamos induzir uma mudança global em todos os setores da vida, mas para isto precisamos de um lugar, uma arena onde o discurso é livre, global, e acessível a todos; e a Internet é precisamente essa arena. Nela, podemos e devemos estabelecer uma discussão pluralista a respeito das maneiras de criar um sistema financeiro e ordem ecológica que é tanto justa como leva em consideração todos, porém, também permite iniciativas pessoais que floreçam para o benefício de todos.

A tecnologia de trazer todos juntos existe hoje. Assim que unamos cada um ao redor desta idéia seremos capazes de promover ideias de cooperação e reciprocidade e gerar a necessária mudança global muito rapidamente.

Em Direcção a Uma Conexão Mais Profunda

Numa palestra intitulada, “ A Antropologia do YouTube ”, na Biblioteca do Congresso em 23 de Junho, 2008, o Prof. Michael Wesch, um antropólogo senior da Universidade do Kansas, demonstrou a nova necessidade que ele detetou na web: “Estamos nos tornando cada vez mais individuais,” ele disse, “Mas muitos de nós temos um apreço e um desejo muito forte por comunidade. Então quanto mais individuais nos tornamos, mais sentimos falta desta comunidade.” Barry Wellman , diretor da NetLabs e um professor de Sociologia na Universidade de Toronto, explicou que estamos vivenciando o “inidivualismo das redes.” Wesch crê que esta necessidade reflete um desejo por um valor cultural que está fundamentalmente em falta nas nossas vidas – união.

A fricção entre os nossos crescentes egos, que almejam nos separar uns dos outros, e a direção do nosso desenvolvimento para nos tornarmos uma família global, podem render uma conexão melhor e mais sustentável entre nós. Podemos elevar-nos acima das barreiras que nos separam, raça, cultura, sexo, língua, e a religião e, sem negar a nossa singularidade natural, acharmos um ponto de conexão que exista na realidade por baixo das nossas diferenças superficiais.

#educacao #pedagogia Boa Educação

Good Education

“Educação é o que permanece depois de alguém ter se esquecido de tudo o que ele aprendeu na escola.”(Albert Einstein).

As escolas de hoje não se envolvem em verdadeira, substantiva edificação. Em vez disso, as escolas hoje providenciam às crianças as ferramentas necessárias para entrarem na faculdade, enquanto as força a memorizar quantidades gigantescas de matéria. A muito necessária e desejada edificação que os nossos sistemas educativos há tempos prometeram é quase completamente inexistente.


A essência da edificação exige de nós ensinar uma criança como ser verdadeiramente humana, como lidar com a vida, como ter sucesso e mais importante, como ser verdadeiramente feliz. A maior sondagem nacional a estudantes, “What Students think,” (O Que pensam os Estudantes) publicada a Novembro de 2008 pela empresa de pesquisa Americana, Pearson, e o Instituto Quagila, determinou que apenas um terço dos estudantes nos Estados Unidos pensa que as lições da escola os ajudam a compreender melhor as suas vidas diárias.

Talvez seja por isso que as crianças não se relacionam bem ao que aprendem na escola e vão para a escola esperando mais pelo fim do dia escolar, em vez de ansiosamente anteciparem a próxima aventura de aprendizagem. Como acontece com as crianças, elas são muito mais desenvolvidas que as gerações anteriores. As nossas crianças estão vivendo e respirando o mundo global, enquanto as tentamos forçar para uma estrutura mental que prevaleceu no mundo de separatismo das nossas passadas gerações.

Em vez de continuar esta compulsão de preservar modelos educacionais decadentes, os nossos sistemas educativos devem alterar a sua rota de modo a ajudar as crianças adquirirem as habilidades sociais necessárias para superar a alienação, suspeita e desconfiança que abundam na sociedade de hoje.

Isto não significa que devemos deixar de providenciar às crianças o conhecimento necessário, mas o que significa é que as lições devem tornar-se uma parte de um programa completo cuja meta é ajudar as crianças a compreenderem como usar o seu conhecimento para o seu benefício assim que abandonem a sala de aula.

Por exemplo: Tornar uma disciplina como a biologia mais aplicável ao mundo integral de hoje, podemos usá-la para ilustrar e explicar a interdependência entre células num organismo ou em qualquer outro sistema natural, então ligar estes sistemas naturais à sociedade humana de hoje e comparar o conhecimento ganho da Natureza às construções sociais do nosso mundo. Numa disciplina como a história, podemos mostrar como o ego humano está a promover-nos positivamente para grandes concretizações e o desenvolvimento de tecnologias excitantes e todavia através do abuso do ego do homem, ele é a causa de guerras e tragédias que caíram sobre nós no decorrer da história.

Através do tópico da geografia podemos discutir globalização e apresentar laços complexos e expansivos entre os países. Ao apresentar disciplinas tais como estas de maneiras que claramente demonstram o nosso mundo globalizado, as crianças compreenderão facilmente que somos todos completamente interdependentes e que esta interdependência é um resultado evolucionário positivo que flui diretamente das leis da Natureza. A respeito do tópico popular dos esportes, podemos utilizar conceitos encontrados em jogos de equipe para proporcionar às crianças o entendimento profundo por meio das vantagens da cooperação e do trabalho de equipe, ainda mais, ilustrando os aspectos mais divertidos e positivos da nossa interdependência mútua.

Juntamente com estas medidas, sugiro acrescentar ao currículo das escolas várias horas por semana ao redor do tópico que interessa mais aos estudantes: eles mesmos. Isto incluirá responder a perguntas comuns tais como “Porque eu preciso ir à escola?” Isto ajudará a explicar a estrutura emocional da criança, a origem dos seus desejos e impulsos que surgem nelas. Precisamos lhes ensinar como superar o ego que existe em cada um e nos separa e precisamos dedicar uma quantia significativa de tempo para o engajamento focado nas próprias crianças.

Claramente, este processo inteiro deve incluir jogos amplos, clipes de vídeo e todos os tipos de exemplos. Adicionalmente, isso deve corresponder ao nível intelectual e ritmo da criança do século 21. À parte das disciplinas vulgares, as escolas devem incluir treinamento prático nos assuntos que interessam verdadeiramente às crianças: Internet, música, fotografia, cinema, escrita, desenho, etc.

Uma Família

Contudo, há ainda algo de longe mais fundamental e que requer ser alterado no sistema educativo de hoje. Presentemente, o sistema encoraja os estudantes a terem sucesso sozinhos e a competir contra os outros. Esta metodologia faz com que os estudantes não só queiram ter sucesso, mas inevitavelmente os faz querer que os seus colegas falhem. Esta abordagem, enraizada neles desde a infância é diretamente responsável por (entre outras coisas) a crise financeira que presentemente experimentamos e irá acompanhá-los para o resto das suas vidas.

Para criar uma geração com um modo de conduta que condiz com os sistemas integrais da Natureza, a sala de aula deve ser transformada numa mini-sociedade, onde cada estudante sente e compreende o seu lucro de contribuir para o sucesso da sociedade inteira (por ex. a classe). A uma aula serão dadas notas e exercícios coletivos e a cada um dos estudantes será permitido contribuir para a qualidade na área que melhor se adequa às habilidades naturais dele germinando expressão própria. Assim, os estudantes reconhecerão e sentirão que têm um papel especial e dever no sucesso geral. A aula tornar-se-á uma pequena família onde cada um se sente naturalmente conectado e interdependente.

A sabedoria do educador reside na habilidade de tornar a aula numa sociedade de crianças que continuamente afeta cada um dos seus membros positivamente, enquanto que o educador permanece “no cenário” como um guia. Tal abordagem à educação fará com que o educador seja muito mais significativo aos olhos das crianças, não por meio do controle ou domínio, mas devido à sabedoria e habilidades de vida que ele ou ela lhes proporciona, fazendo a verdadeira edificação das crianças se tornar realidade.

#educacao #pedagogia O Jogo da Vida

A nossa vida inteira é um jogo porque através de jogos nós desenvolvemos-nos.

Qualquer crescimento na natureza é levado a cabo através de jogo. Até o crescimento de células é um jogo porque elas aspiram a um estado futuro que não existe.

E quanto às crianças, os jogos “infantis” de cada criança determinam o tipo de pessoa que cada uma delas será.

TEDTalks: Howard Rheingold – O Novo Poder da Colaboração

http://www.ted.com – 

Todas as TedTalks são distribuídas com a seguinte licença CreativeCommons http://bit.ly/9kP45T

«Howard Rheingold fala sobre a chegada do mundo colaborativo, mídia participativa e ação coletiva – e como a Wikipedia é na verdade um fruto natural do instinto humano de trabalhar em grupo.»

“Pensar duas vezes sobre o nosso uso dos media digitais, o que nos estão as nossas práticas a fazer e o que estamos a fazer uns aos outros, é uma das prioridades mais importantes que as pessoas têm hoje.” — Howard Rheingold

Há imensas vozes a falarem sobre as redes sociais hoje, mas Howard Rheingold definiu o campo antes de ele ter existido. Um notado autor e comentador, Rheingold provou previsão exacta tecnológica e social, duas décadas além em colunas, bestsellers e pioneiro em empreendimentos online. A sua ultima investigação e livro foca-se na alfabetização do século 21, como indivíduos e organizações aprendem a usar os media digitais efectiva e credivelmente. Ele cunhou o termo “comunidade virtual” em 1987

Uma autoridade reconhecida sobre o casamento do telemóvel, PC e internet sem fios, a obra passada de Rheingold revela como esta convergência mudou a maneira como nos encontramos, acasalamos, nos entretemos e conduzimos negócios. O seu livro Smart Mobs (Máfias Espertas), foi nomeado um dos livros Big Ideas de 2002 pelo The New York Times, conta as novas formas de acção colectiva e cooperação que foram tornadas possíveis pelas comunicações móveis, computação persuasiva e a Internet.

Rheingold é o receptor de uma Concessão da MacArthur Knowledge-Networking de 2008 pela Fundação de Media Digitais e Aprendizagem Competitiva. Ele foi o Editor Executivo fundador da Hotwired, a primeira webzine comercial onde o forum de discussão web e os banners online foram inventados. Rheingold apareceu na Today, Good Morning America, ABC Primetime Live, CNN, CBS News, NBC News, Macneill-Lehrer Report, NPRs Fresh Air e Marketplace. Ele presentemente lecciona na Universidade de Stanford.

Para saber mais sobre Howard, por favor visite o seu web site nahttp://www.rheingold.com.

TEDTalks: Philip Zimbardo – O fim dos rapazes?

http://www.ted.com – 

Todas as TedTalks são distribuídas com a seguinte licença CreativeCommons http://bit.ly/9kP45T

«O psicólogo Philip Zimbardo pergunta, “Por que motivo estão os rapazes a debater-se?” Ele partilha algumas estatísticas (níveis mais baixos de formação, mais preocupações ao nível da intimidade e relacionamentos) e sugere alguns motivos — e pede a sua ajuda! Veja esta palestra, e responda ao seu questionário de 10 perguntas: http://on.ted.com/PZSurvey»

“Os cérebros dos rapazes estão programados digitalmente para a mudança, novidade, excitação e provocação constante. Isto significa que eles estão totalmente fora de sincronia nas aulas tradicionais, que são analógicas, estáticas e interactivamente passivas.”

“Os rapazes têm 30 por cento mais probabilidade que as raparigas de desistirem da escola. No Canadá, cinco rapazes desistem de entre três raparigas. Raparigas superam os rapazes agora em todos os níveis, desde a escola primária à faculdade.” — Phillip Zimbardo

TEDTalks: Philip Zimbardo – Como pessoas comuns se tornam monstros… ou heróis

http://www.ted.com 

Todas as TedTalks são distribuídas com a seguinte licença CreativeCommons http://bit.ly/9kP45T

«Philip Zimbardo sabe que é muito fácil para pessoas boas se tornarem más. Nesta palestra, ele compartilha percepções e fotos inéditas dos julgamentos de Abu Ghraib. Depois ele fala sobre o outro lado: como é fácil se tornar um herói e como nós podemos alcançar isso.»